quinta-feira, 25 de junho de 2015
FRASES REUNIDAS DA SEMANA (by Wenilton, 25-6-2015)
GERAÇÃO COCA COLA!!!...
Muito se fala em "crime contra a saúde pública", sobre os chamados alimentos adulterados; mas lembremos que, mesmo liberados pela "vigilância" sanitária da Anvisa, grande parte dos produtos que comemos ou bebemos, são verdadeiros atentados contra nossa saúde.
#
ATINAÇÕES I
O chamado "pastel de vento", não passa de um pastel de carne, digo: pastel de escárnio...
#
PRECIOSOS CONSELHOS
Ei, cuidado aí, você que passou do prazo e está frequentando ambientes de uma nova geração de jovens. Aquela ninfeta que você está cobiçando, ou aquele adolescente que você quer quebrar a cara, pode ser filho de um grande amigo teu, e você não sabe!...
#
ATINAÇÕES II
A pior opinião que alguém pode ter de outrem é aquela em que ele julga por presunção — baseado em falsas interpretações —, isto, sem enxergar por um só instante a realidade. É justamente aí que entra a tal "cultura de almanaque de farmácia"!...
#
DO ALÉM
"O que mais me irrita nos medíocres, é que eles precisam humilhar os talentosos para sentirem-se alguém na vida." (Gandhi, pseudo-psicografado)
#
FRASES QUE NÃO SE DIZ
Não importa que o colchão seja mole, desde que a coisa esteja dura.
#
ATINAÇÕES III
O grande desafio do brasileiro em todos os tempos é: ser portar como um ser civilizado, isto, não estando nos EUA, na Europa ou no Japão.
#
TERRA BRASILIS
As leis são criadas em função dos erros que surgem. Antes delas, muito pouco se prevê e quase nada se intui.
#
O MAGRO E O GORDO
Você poderá se deparar com a conversa de um não-humorista assim:
- Wenilton! Meu caro! É você mesmo?!
- Em carne-e-osso, mais osso do que carne...
Mas dificilmente se deparará com esta conversa de um verdadeiro humorista:
- Jô Soares! Você por aqui!
- Em banha-e-osso, mais banha do que osso...
#
NUNCA NESTE PAÍS...
Nunca o lema ditatorial: "Brasil, ame-o ou deixe-o", foi tão oportuno. Na atual conjuntura, a grande pedida é pegar um barquinho e, ao modo cubano, ir embora para a terra do Tio Sam.
#
quinta-feira, 18 de junho de 2015
PALAVRAS EM ESTADO DE DICIONÁRIO
- Canícula: a hora mais quente do dia, o meio-dia, sob um sol de verão.
- Quiriri: a calada da noite; a hora mais silenciosa da madrugada.
- Amagar: através de um movimento de nosso corpo, instigar o cavalo a trotar.
- Piparote: golpe dado com a mão num articulação do polegar e do dedo médio arremessando um objeto ao longe.
- Fosfeno: a mancha branca na visão que surge quando se pressiona os olhos por um certo tempo.
- Frufu: o ruído do vento nas folhas das árvores.
- Nefelibata: se diz da pessoa que “vive nas nuvens” (o meu caso...)
segunda-feira, 8 de junho de 2015
LIVROS E REVISTAS LIDOS POR MIM EM MAIO DE 2015

quarta-feira, 27 de maio de 2015
RESENHAS DE LIVROS LIDOS POR MIM EM ABRIL DE 2015

3- Noites Tropicais. Nelson Mota, 2000. Grande livro daquele que foi um dos maiores agitadores musicais do País na época da Contracultura, e a que se seguiu, atuando nos mais diversos gêneros musicais, como bossa nova e rock, p. ex. Uma incrível e minuciosa viagem por estas épocas instigantes;

sexta-feira, 24 de abril de 2015
O CARINHO DO BRASILEIRO NO USO DOS PRONOMES DE TRATAMENTO POSSESSIVO




— Agora deita de lad'um pouco, minha filha, primeiro, lado direito, depois esquerdo, pr'eu escutar tuas costas.
O minha filha dito com extrema doçura não atritou os ouvidos suspicazes da Conceição porque esse minha filha era o tratamento dos médicos com todas as doentes. Automático. Só que o Egon o dizia com uma doçura de coração amante paterno. Repetindo por gosto.”
“Um preto velho, muito feio, pediu a um pirralho:
- Meu bichin, vai vê um caneco d'água pr’eu bebê!
- ‘Meu bichinho’ não, eu não sou bicho.!
Ó xente! Não se zangue não, meu filho Taís pontos
- ‘Meu filho’ Não que, se eu fosse seu filho, era bicho.”
"CRIANÇA FALANDO DIFÍCIL
O meu amigo Casé tem uma filhinha que, desde que tinha este tamanhinho assim, já era incrível.
Tem saídas prodigiosas, tão prodigiosas que muitos dos amigos mais íntimos só acreditavam vendo e ouvindo.
Certo dia começou a usar a palavra 'autêntico'. Era 'autêntico' pra cá, 'autêntico' pra lá. 'Autêntico' isso, 'autêntico' aquilo.
Foi quando alguém, vendo-a gastar palavra tão difícil para tão fácil idade, observou:
— Que negócio é esse, menina? Deixe disso! Você não sabe o que é autêntico!
— Sei, sim! — protestou o pingo de gente.
— Não sabe, minha filha! — insiste a visita.
E a garotinha explica pra liquidar o assunto:
— Quer ver: quando a senhora me chama de 'minha filha' não é autêntico. Agora, quando mamãe diz 'minha filha' é autêntico."
“Um preto velho, muito feio, pediu a um pirralho:
- Meu bichin, vai vê um caneco d'água pr’eu bebê!
- ‘Meu bichinho’ não, eu não sou bicho.!
- Ó xente! Não se zangue não, meu filho!...
- ‘Meu filho’ Não que, se eu fosse seu filho, era bicho.”
“─ O home’, Lau, é dos bons. E tem uma senhora filha, Eita menina placiana e conversada!” ”